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Abastecimento de água aumenta 55% em Lichinga e Cuamba

Até 2015, o abastecimento de água potável deverá aumentar em cerca de 55%, alcançando uma média de 70% dos residentes das cidades de Lichinga e Cuamba, na província nortenha do Niassa, mercê da alocação de um financiamento do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) de 30 milhões de dólares norteamericanos, durante os próximos quatro anos.

A concretizar-se a meta, Moçambique estará a cumprir, naquela região, em cerca de 100% a taxa de melhoramento no abastecimento daquele precioso líquido fixada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e contida nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), a ser atingida até 2015.

De referir que o Governo moçambicano terá de apresentar à ONU o nível de cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, até Março próximo, para, em Setembro, o mesmo documento ser submetido à apreciação da Assembleia Geral da ONU, de acordo com Ndolamb Ngokwe, representante, em Moçambique, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Moçambique consta na lista de 20 países eleitos pela ONU para beneficiarem de apoio financeiro visando acelerar acções conducentes à redução dos elevados índices de pobreza em cerca de metade da sua população, até 2015, segundo ainda Ngokwe.

Sector privado O Projecto de Abastecimento de Água e Saneamento às cidades de Lichinga e Cuamba arrancou há dias naquela província e visa aumentar o acesso, qualidade, disponibilidade e sustentabilidade dos serviços de abastecimento daquele precioso líquido e saneamento básico urbano e incentivar o envolvimento do sector privado em actividades ligadas ao saneamento.

O seu lançamento contou com a participação do ministro das Obras Públicas e Habitação, Cadmiel Muthemba, e da representante/residente do BAD, em Moçambique, Alice Hamer, que destacaram a contribuição do projecto na elevação do nível de cobertura em água potável e saneamento básico urbano dos actuais 15% para 70%.

Em Lichinga, o fornecimento de água passará de oito para 20 horas intermitentes e de quatro para oito horas ininterruptas, na cidade de Cuamba. Frisa-se, entretanto, que o Banco Africano de Desenvolvimento está a financiar vários projectos de desenvolvimento socioeconómico de Moçambique, desde 1977, contando agora na sua carteira com 20 dos mesmos projectos, na forma de crédito e donativos, avaliados em cerca de 532 milhões de dólares norte-americanos.

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