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“A-Xikunda Time” no Mafalala Libre

Acabou de gravar o seu primeiro álbum na Cidade do Cabo, África do Sul. Chama-se Ras Vino Materula ou A-Xikunda e é precursor do “reggae conscious” em Moçambique. Assume esta linha musical já que acredita que “mais do que música é preciso conhecer a cultura ‘reggaeológica’”.

Um “palavrão” que tem significado nas 17 faixas do seu CD. Em “A-Xikunda Time” o músico fala do “propósito da vida e da consciência africana, apelando à união de África”, revela. “É um alerta para o que está a acontecer ao nosso redor – em África – como as injustiças sociais e pobreza”, continua.

Rastafarismo é a sua filosofia de vida e com ela uma série de pressupostos que o acompanham no seu dia-a-dia. A-Xikunda descobriu o reggae através dos seus pais, numa colecção que inclui artistas como Peter Tosh, Jimmy Cliff, Bob Marley, Burning Spear, Black Uhuru, Steel Pulse, Sly and Robbie. Esta sexta-feira sobe ao palco do ‘Mafalala Libre’, em Maputo – às 22h30, para mais uma actuação na promoção do seu álbum. Nesta série de concertos conta com a colaboração do músico Ras Haitrm, também apologista do “reggae conscious”, mas com sonoridades diferentes, que vai trocar a sua voz inconfundível pelos acordes da guitarra.

No teclado estará Venâncio, na viola baixo Micky, na bateria Quinzinho, nas vozes Fayaman Kupa Kondjo e no saxofone Nicolau.

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