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A nossa selecção feminina de voleibol

A nossa selecção feminina de voleibol

Conheça as atletas moçambicanas da selecção nacional de voleibol de sala, séniores femininos:

Nome: LIPANGUE, Marisa

Idade: 30.09.85

Posição: Ponta

Clube: UP Nampula

 

 

Nome: CANHANDULA, Hortencia

Idade: 05.12.78

Posição: Central

Clube: Graal

 

 

Nome: CHIGUMA, Julia

Idade: 16.10.91

Posição: Ponta

Clube: Manica

 

 

Nome: LANGA, Adelina

Idade: 1984

Posição: Libero

Clube: Académica

 

 

Nome: COSSA, Maria

Idade: 06-10.89

Posição: Ponta

Clube: Graal

 

 

Nome: FRANCISCO, Fatima

Idade: 01.04.82

Posição: Passadora

Clube: Fire Ladies

 

 

Nome: MACAMO, Nilza

Idade: 02.05.83

 

 

 

 

Nome: MAGAIA, Marilia

Idade: 18.05.85

Posição: Central

Clube: Académica

 

 

Nome: MALATE, Julieta

Idade: 04.10.76

Posição: Ponta

Clube: Graal

Nome: ZECO, Lina

Idade: 10.02.87

Posição: Passadora

Clube: Fire Ladies

 

 

Catarina Beltrand

Idade: 23

Posição: Ponta

Clube: Fire Ladies

Peso: 63 Altura: 1,68

Internacionalizações: 3

Até 2002 Catarina jogava futebol. Um dia, a sua professora de educação física sugeriu-lhe que experimentasse o voleibol e daí nunca mais parou. Foi amor à primeira vista.

Começou a competir primeiro nos jogos escolares, foi seleccionada na sua escola para representar a província de Maputo, depois disputou os jogos do ensino médio e superior, e hoje joga todos os fins-de-semana na equipa Fire Ladies, que disputa o Campeonato da Cidade de Maputo em seniores femininos. Pelo caminho fica também a participação em partidas de qualificação, no ano passado, de um lugar para o Mundial de voleibol, para o qual Moçambique não se conseguiu apurar. Namora e gosta de dançar.

Filha de Catarina Wamusse e de Rafael Beltrand, com a experiência dos seus 22 anos de idade sabe que no voleibol o seu futuro é curto, joga por amor à camisola e por isso estuda hotelaria e turismo no Instituto Superior Dom Bosco.

Com a fraca preparação que a selecção nacional teve, e tendo em conta o nível de competição interno, Catarina aposta num lugar do pódio como meta para os Jogos e segreda que o espírito do grupo será a chave do sucesso. Por isso, a cada ponto conquistado elas gritam “ééééééééé moz!”.

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