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19 mutuários devedores processados judicialmente em Inhambane

Dezanove mutuários do Fundo de Reabilitação Económica (FARE) foram encaminhados ao juízo das execuções fiscais por não honrarem o seu compromisso. A dívida ascende os dois milhões de meticais e os mutuários nem sequer se mexem com vista à sua amortização.

Medidas coercivas já foram accionadas de modo a obrigá-los a liquidarem as suas contas junto do FARE. Outros dois casos foram submetidos ao tribunal comum, aguardando-se pelo seu desfecho.

O Director Provincial do Plano e Finanças, Júlio Auxílio Muiocha, disse haver créditos de difícil cobrança, cujos mutuários perderam a vida e os herdeiros não estão em condições de assumir a dívida calculada em um milhão e duzentos mil meticais.

É um dinheiro perdido, apesar das garantias reais impostas pelo FARE para a recuperação dos créditos malparados. Devido aos problemas que o FARE enfrenta, de um tempo para cá houve necessidade de mudar a sua filosofia.

Neste momento, o FARE está mais virado ao financiamento de instituições de micro-crédito. O FARE desembolsou até 2008 mais de dez milhões de meticais para o financiamento de 77 projectos na província de Inhambane.

Grande parte deste financiamento destinou-se à abertura de cantinas, comercialização e distribuição de produtos, agropecuária, pesca, avicultura e pequena indústria. Os beneficiários são maioritariamente associações e pessoas singulares.

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