O Governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, que na semana finda disse fora do país que não recebe pressão política, decidiu-se por uma solução politicamente correcta e manteve o Moza Banco nas mãos de moçambicanos. Coincidentemente cidadãos nacionais associados numa sociedade anónima que gere o fundo de pensões dos trabalhadores do Banco de Moçambique, denominada Kuhanha. Fica a dúvida como irão os funcionários do banco central fiscalizar o seu próprio banco comercial.
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