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Suicídios preocupam maior hospital de Moçambique

O Hospital Central de Maputo (HCM) registou pelo menos 10 casos de suicídio, em Dezembro último, cujas causas estão supostamente relacionadas com desinteligências familiares e conjugais.

A directora clínica do maior hospital de Moçambique, Farida Urci, disse a jornalistas que os dois casos mais recentes aconteceram entre 29 e 30 de Dezembro. Contudo, a fonte não avançou pormenores sobre o problema a que se referiu, mas mostrou-se preocupada de tal sorte que apelou para que as famílias levem o caso a peito.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera Moçambique um país com maior taxa de suicídios em África. O Índice de Progresso Social, realizado há alguns anos, sobre o país, indica que a taxa de suicídio tem vindo a subir de forma alarmante nos últimos tempos, devido a factores tais como a negligência em relação a distúrbios mentais que apoquentam algumas pessoas.

Aliás, em 2017, por exemplo, só na província de Inhambane, pelo menos 47 indivíduos recorreram ao suicídio para resolver os problemas que enfrentavam no meio onde vivia. Dessas vítimas, 30 foram homens e 17 mulheres. As autoridades policiais mostram-se, também, preocupadas porque o número aumento em sete casos, relativamente a 2016, em que houve 40 vítimas.

 

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