Para continuarmos  a fazer jornalismo independente dos políticos e da vontade dos anunciantes o @Verdade passou a ter um preço.

Xiconhoquices da semana: Taxa de matrícula; Governação a piorar; Acidentes de viação

Xiconhoquices da semana: Novo Regulamento de Transporte em Veículos Automóveis; Passaporte falso de Nini sem falsificadores; Campanha eleitoral da Frelimo

Os nossos leitores elegeram as seguintes Xiconhoquices na semana finda:

Taxa de matrícula

Está consagrado e acordado que o ensino básico em gratuito no país, ou seja, de acordo com a Carta Africana dos Direitos e Bem-Estar da Criança, o Estado deve garantir o acesso à educação básica gratuita e compulsiva, mas infelizmente não é isso que se tem assistido em Moçambique. Por alguma carga de água, no nosso país é de forma ilegal cobrada uma taxa de matrícula, o que deixa os encarregados de educação numa situação bastante desconfortável. As escolas cobram uma taxa que varia entre 200 meticais e 800 meticais. Essas taxas, para além de ser ilegais, são proibitivas para muitas famílias e, como consequência disso, um número cada vez mais crescente de crianças é privado de frequentar uma escola.

Governação a piorar

Não é novidade para nenhum moçambicano que a governação da Frelimo tende a piorar, o que de certa maneira demonstra a falta de vontade política de se cria um ambiente saudável para o povo moçambicano. O Índice Ibrahim de Governação Africana (IIAG) de 2018, divulgado nesta semana é prova disso, colocando o nosso país na posição 25, menos duas do que no ano passado. Apesar dos discursos floreados de boa vontade e abertura ao diálogo do Presidente da República, Filipe Nyusi, a cada dia que passa o espaço da sociedade civil tem vindo a diminuir em Moçambique de forma preocupante. Além disso, o IIAG refere que o Ambiente Comercial em Moçambique é incompatível com o crescimento da população em idade activa. Resumindo, a má governação sempre foi o prato forte do Governo da Frelimo.

Acidentes de viação

É preocupante como os acidentes de viação têm se tornado numa das principais causa de morte dos moçambicanos. A título de exemplo, pelo menos 938 pessoas morreram e outras 924 ficaram gravemente feridas devido a 1.268 acidentes de viação, ocorridos entre 30 Novembro de 2017 e 23 de Outubro do ano em curso, em Moçambique. Esta situação não só mostra o descaso do Governo da Frelimo em relação à vida dos moçambicanos, mas também revela o nível e impunidade e irresponsabilidade por que ainda regem os automobilistas moçambicanos quando se fazem às estadas. Este elevado nível de sinistros rodoviários não só devia deixar preocupado o Governo de turno, mas é uma razão forte para que o Executivo de Nyusi tome medidas urgentes para reduzir os casos.

Share on whatsapp
WhatsApp
Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on telegram
Telegram

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

error: Content is protected !!