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Xiconhoquices da semana: Aumento das portagens; Situação financeira das LAM; Mãe que matou filha

Xiconhoquices da semana: Investimentos do Banco Mundial em combustíveis fósseis; Endividamento das Empresas Públicas; Crise de gás de cozinha

Os nossos leitores elegeram as seguintes Xiconhoquices na semana finda:

Aumento das portagens

Parece que não basta o aumento dos preços de bens de primeira necessidade, eis que os moçambicanos, especialmente os moradores da cidade da Matola, Moamba e não só, foram surpreendidos com o aumento do preço das portagens. O Governo, como já era de esperar, aceitou a proposta TRANS African Concession (TRAC) para a revisão dos actuais preços cobrados nas duas portagens existentes entre a cidade de Maputo e a vila fronteiriça de Ressano Garcia. Com efeito, os automobilistas que possuem viaturas ligeiras, que no aumento de 2014 haviam sido poupados com a manutenção do preço de 25 definido em 2013, vão sofrer um acréscimo de 20%, a partir de 1 de Julho, e passarão a pagar 30 meticais na portagem de Maputo e 150 meticais na portagem da Moamba. Tudo indica que a crise só está a começar na vida do cidadão pacato!

Situação financeira das LAM

Não é novidade para os moçambicanos de que as Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) há muito que deixou de ser uma empresa lucrativa, até porque o Governo da Frelimo faz dela o seu saco azul. A empresa estava em falência técnica, apresentava capitais próprios negativos e as contas que tinham para pagar excediam os seus activos correntes. Além disso, no seu Relatório e Contas do exercício de 2015, que a companhia aérea de bandeira nacional acumulava dívidas de mais de 5 biliões de meticais junto da banca nacional. Com o tipo de administração e o modelo de gestão implementado pelo Governo da Frelimo não se podia esperar um cenário diferente. É um vergonha de proporções alarmantes o que se tem assistido nas LAM.

Mãe que matou filha

Há indivíduos que não merecem ser tratados por mãe. É o caso da senhora, de 29 anos de idade e cuja identidade não foi revelada, que se encontra as contas com a Polícia da República de Moçambique (PRM) no distrito de Nipepe, província do Niassa. A sujeita foi presa por matar a filha por asfixia alegadamente porque já estava cansada de cuidá-la – que tamanha xiconhoquice. Segundo a Polícia local, o assassinato ocorreu quando a acusada estava dormir com a filha. Quando a progenitora da homicida chegou à casa desta, com a intenção de visitá-la, a miúda já estava morta e o corpo embrulhado por uma capulana, e a jovem pretendia fazer desaparecer o cadáver da filha, para depois simular que a vítima tinha sido roubada por pessoas estranhas.

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