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Xiconhocas do Ano: Nyusi e Dhlakama; Guebuza, Chang e António Carlos do Rosário; Deputados do partido Frelimo

Xiconhocas da semana: Lizha James; Atanásio M’Tumuke; Standard Bank

Os nossos leitores elegeram os seguintes Xiconhocas de 2016:

Nyusi e Dhlakama

O Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, são, sem sombras de dúvidas, os maiores e piores Xiconhocas do Ano. Esta semana, os dois Xiconhocas até à medula, após vários meses a brincarem de gato e rato enquanto o povo sobrevive à balas, mostraram que é possível pôr fim ao conflito militar que já vem se arrastando há anos. Ou seja, o líder da Renamo cessou as hostilidades militares por um período de sete dias em todo território moçambicano, uma medida tomada após uma conversa telefónica mantida com o Presidente da República. É caso para dizer que estes Xiconhocas andam a brincar com a paciência e o sofrimento dos moçambicanos!

Guebuza, Chang e António Carlos do Rosário

O galardão de Xiconhocas do Ano também vai para Armando Guebuza, Manuel Chang e António Carlos do Rosário. Estes três Xiconhocas são os principais responsáveis pela precária situação financeira que o país atravessa. Esse bando, encabeçado pelo ex-Presidente da República, endividaram at’e ao pescoço. O mais caricato, após arruinar o país e com a cara mais deslavada do mundo, Guebuza teve a petulância de dizer que “libertou este país”, quando esteve a ser ouvido pela Comissão Parlamentar de Inquérito que está a investigar as dívidas que ele e os seus títeres contraíram ilegalmente com o aval do Estado. O que espanta os moçambicanos é o por quê de Guebuza, Chang e do Rosário não terem sido detidos pelo roubo e violação da Constituição e Lei Orçamental.

Deputados do partido Frelimo

Os deputados da bancada parlamentar da Frelimo é uma espécie de Xiconhocas que precisa de ser estudada pela tamanha falta de decoro. Os indivíduos, cravados na Assembleia da República, estão pouco se marrimbando para a situação que vivem os moçambicanos, sobretudo os seus eleitores. Como dignos representantes do povo, esperava-se uma atitude mais favorável aos moçambicanos. Porém, o que assistemos no Parlamento moçambicano este ano foi a legitimação das políticas terrorista do partido Frelimo, ou seja, os deputados da Frelimo posicionaram-se sempre contra o bem-estar da população, à favor dos interesses do partido. Enfim, com deputados dessa estirpe ninguém precisa de inimigos.

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