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Xiconhocas da semana: Polícias que disparam para matar; Filipe Nyusi; Portucel

Xiconhocas da semana: Lizha James; Atanásio M’Tumuke; Standard Bank

Os nossos leitores elegeram os seguintes Xiconhocas na semana finda:

Polícias que disparam para matar

Tudo indica que a Polícia da República de Moçambique (PRM) é constituída por um bando de inexperientes e assassinos. Quase todas as semanas, há relatos de membros da PRM que tiram a vida a cidadãos indefesos. O caso mais recente protagonizado por esses Xiconhocas de farda cinzenta deu-se na cidade da Beira, onde um polícia matou a tiro uma criança de três anos de idade. Não se pode espera grande coisa, quando se confia a segurança pública de uma nação um grupinho de malpreparados. É caso para dizer: “precisa-se urgentemente de se purificar a corporação!”

Filipe Nyusi

O Presidente da República é, sem dúvidas, o maior Xiconhoca de todos os tipos. De Xiconhoquices em Xiconhoquices, desta vez cometeu mais uma Xiconhoquice ao despromover Pedro Couto, de ministro dos Recursos Minerais e Energia, a Presidente do Conselho de Administração da Hidroeléctrica de Cahora Bassa. Ao longo de 20 anos, Couto, considerado incorruptível, conseguiu controlar a corrupção na aquisição de combustível. Porém, na sua santa ignorância, o Presidente da República decidiu afastar o homem. Enfim, parece que Nyusi adora corruptos e incompetentes!

Portucel

É uma vergonha, de proporções astronómicas, a atitude da empresa Portucel em relação à centenas de moçambicanos que se viram forçados a abandonar as suas terras na província da Zambézia. Ou seja, aquela multinacional ludibriou, com promessas de indemnização, algumas famílias, tendo ocupado as suas machambas para o plantio de eucaliptos. Infelizmente, essa grotesca violação do Regulamento sobre o Processo de Reassentamento resultantes de actividades económicas tem o aval do Governo moçambicano, sobretudo a Procuradoria-Geral da República que finge nada estar a acontecer.

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