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Xiconhocas da semana: Partido Frelimo; Célio Mazuze e Nilson Delalande; Nini Satar

Xiconhocas da semana: Lizha James; Atanásio M’Tumuke; Standard Bank

Os nossos leitores elegeram os seguintes Xiconhocas na semana finda:

Partido Frelimo

A cada sessão do Parlamento moçambicano fica claro que a Frelimo não está na Assembleia da República para resolver questões que preocupam o povo, mas sim para satisfazer o capricho individual de certas individualidades ligadas ao partido no poder. A título de exemplo, a bancada da Frelimo chumbou o projecto de revisão pontual da Constituição da República de Moçambique (CRM). O projecto visava alterar os artigos oito, que versa sobre o Estado unitário; 160, sobre as competências do Presidente da República, no domínio do Governo; 271, sobre os objectivos do poder local; e o artigo 272, sobre as categorias de autarquias locais, todos da CRM. Agora compreendemos o porquê do país continuar no estado em que está.

Célio Mazuze e Nilson Delalande

A justiça foi feita, embora tarde. O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo condenou Célio Mazuze e Nilson Delalande à pena de 23 anos de prisão maior, por ter sido provado o seu envolvimento no crime de rapto de um cidadão britânico no mês de Abril. O terceiro réu (Rui Pale) foi absolvido por insuficiência de provas. Menos dois Xiconhocas circulando pelas artérias da cidade. Era importante que também os outros casos de rapto que se têm registados frequentemente sejam esclarecidos.

Nini Satar

Nini Satar é um daqueles indivíduos que não cabe a nenhum rótulo. Nem o do rei dos Xiconhocas. O semanário Canal de Moçambique desta semana voltou a apontá-lo como cérebro dos inúmeros raptos que se têm registados na capital do país. Como se não bastasse, em liberdade condicional, o sujeito mudou -se para Londres e anda a desfilar pelo facebook. O mais inquietante nesta situação toda é o silêncio cúmplice da Justiça moçambicana.

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