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WikiLeaks: Austrália trabalhou com Indonésia para gerir crise do massacre de jornalistas

Telegramas diplomáticos divulgados pelo WikiLeaks confirmam que o governo australiano trabalhou com a Indonésia para gerir as consequências políticas quando, em 2007, um relatório atestou que o exército indonésio tinha mandado executar cinco jornalistas em Balibó, Timor-Leste.

Os telegramas diplomáticos da embaixada dos EUA em Jacarta – agora tornados públicos pelo Wikileaks – também dão conta de que Camberra declarou Yunus Yosfiah – o capitão das forças especiais indonésias durante a invasão de 1975 do Timor-Leste que terá ordenado a execução – “pessoa non grata na Austrália”, apesar de o executivo australiano “nunca ter apresentado qualquer ação formal contra Yosfiah pelos homicídios”.

O correio diplomático revela que esta sanção – que o impediria de entrar na Austrália – foi aplicada discretamente a Yunus Yosfiah numa altura em que Camberra já trabalhava nos bastidores com Jacarta para ajudar o executivo indonésio a gerir as consequências do escândalo.

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