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Violência na Síria já matou 6.200, dizem activistas

Mais de 6.200 pessoas, incluindo centenas de menores de idade, morreram, nos últimos meses, em meio à repressão do governo sírio contra o movimento pró-democracia, disse, esta Quinta-feira, o grupo britânico de direitos humanos Avaaz.

A Síria enfrenta um crescente isolamento internacional devido à repressão aos protestos dos últimos nove meses contra o presidente Bashar al-Assad, que são parte da onda regional de rebeliões conhecida como Primavera Árabe.

O governo sírio diz estar a enfrentar “terroristas” patrocinados pelo exterior, e, Quinta-feira, disse que mais de 2.000 soldados e policiais já foram mortos.

O Avaaz afirmou ter recolhido evidências sobre a morte de mais de 6.237 civis, militares e policiais, sendo 617 deles sob tortura. Pelo menos 400 mortos são crianças e adolescentes, acrescentou a entidade.

A estimativa mais recente da Organização das Nações Unidas falava de cerca de 5.000 mortos por causa do conflito. O Avaaz disse também que 69 mil pessoas foram detidas desde o início da rebelião, em Março, mas que cerca de 32 mil já foram soltas.

“Ninguém pode fazer vista grossa ao show de horrores na Síria … Um em cada 300 sírios foi morto ou preso”, disse Ricken Patel, diretor-executivo do Avaaz, em nota.

“O mundo tem uma escolha: coloca-se à parte enquanto uma brutal guerra civil rasga o país, ou intensifica a pressão pela saída de Assad.”

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