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Uso sustentável dos recursos naturais pode minorar mudanças climáticas

A Coordenadora Residente do Sistema das Nações Unidas em Moçambique, Jennifer Topping, afirmou que o uso sustentável com visão a longo prazo dos recursos naturais contribui para a manutenção do meio ambiente minorando assim os feitos negativos das mudanças climáticas.

Para o efeito, é necessário fazer com que os recursos de que a natureza está dotada sejam usados para manter a vida de forma renovável e sustentável, assim como fazer com que o desenvolvimento da humanidade não signifique a destruição do meio ambiente.

Jennifer Topping defendeu a acepção, Quarta-feira, na abertura do seminário ao tema: “Criação de Resiliência às Mudanças Climáticas: Inserção nos Programa e Estratégias de Moçambique”, que junta, em Maputo, membros de instituições do governo e da ONU, inserido no Programa Conjunto para a Valorização Ambiental e Adaptação às Mudanças Climáticas.

O programa conjunto e trienal destina-se a apoiar os esforços do governo moçambicano para um desenvolvimento sustentável, através da implementação da valorização e inserção de aspectos ambientais nos programas e estratégias e a adaptação às mudanças climáticas.

“A questão fundamental portanto é: Como fazer para que os recursos que a natureza nos concede sejam usados para manterem a nossa vida de forma renovável e sustentável? Como fazer para que o nosso desenvolvimento não signifique, necessariamente, a destruição do meio ambiente?”, questionou a Coordenadora residente.

O debate, segundo Topping, ganha mais relevância em Moçambique que, devido a sua localização geográfica e características físicas, figura entre os países mais vulneráveis ao impacto das mudanças climáticas e ao mesmo tempo é um dos países mais favorecido em termos de recursos naturais.

O seminário de Maputo constitui, segundo a fonte, uma oportunidade para reflectir, aprender e adaptar políticas e estratégicas para uma abordagem local pondo em prática o melhor do conhecimento e experiência.

A fonte disse, por outro lado, existirem bastas lições assim como resultados positivos e negativos demonstrados através de inúmeras pesquisas, daí que a grande tarefa deve incidir nos esforços visando garantir que as lições informem sobre as futuras acções nas leis e políticas nacionais.

“Os recursos naturais que temos hoje a disposição não nos pertencem. Eles foram emprestados pelos nossos netos e bisnetos. Vamos portanto nos comprometer a partilhar as nossas experiências e aprender uns com os outros, pondo em prática o que temos de melhor em prol das futuras gerações”, sublinhou Jennifer Topping.

O seminário de Maputo tem apoio do governo da Espanha e está virado essencialmente para funcionários dos Ministérios da Agricultura (MINAG), Energia, Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) entre outros.

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