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UE desembolsa quatro mil euros para projecto de Água e Saneamento

A União Europeia (UE) vai desembolsar, dentro de duas semanas, quatro mil euros para financiar a segunda fase do programa de água e saneamento urbano que está a ser implementado em alguns bairros suburbanos da capital do país, Maputo.

Trata-se dos bairros de Mavalane “A”, Inhagoia “A e B” e Luís Cabral. Paul Malin, Embaixador Chefe da Delegação da UE em Moçambique, disse que o valor faz parte de um pacote de dois milhões de euros (cerca de 70 milhões de meticais) que aquele bloco europeu se prontificou a disponibilizar para financiar este projecto em quatro anos.

O diplomata falava, esta Quarta-feira, em Maputo, à margem da cerimónia que marcou a passagem do Dia da Europa.

Ele adiantou que a iniciativa vinca o desejo da União Europeia em ver Moçambique a avançar na criação de um futuro melhor para todos.

Para marcar a passagem da data, o Embaixador Chefe da UE em Moçambique ofereceu equipamento de limpeza de drenagens, recolha de lixo e construção de latrinas melhoradas aos bairros de Mavalane “A”, Inhagoia “A e B” e Mavalane.

Rosaria Mabica, Representante da ‘WaterAid’, organização que coordena o projecto, disse que na primeira fase três bairros ficaram conectados a rede da Águas de Moçambique o que beneficiou cerca de 30 mil pessoas.

“Foram construídas latrinas melhoradas para 7.600 famílias que garantiram o acesso a condições de saneamento e higiene seguros em cinco bairros, beneficiando 46 mil pessoas e construídos sete blocos sanitários escolares que beneficiaram 109 mil pessoas”, disse Mabica.

Na segunda fase, o projecto prevê conectar mais quatro bairros à rede da empresa Águas de Moçambique, construir 20 quiosques de água, 20 fontanários, infra-estruturas que vão beneficiar 46 mil pessoas, 6.615 latrinas a favor de 55.434 indivíduos e sete blocos sanitários para escolas e 50 latrinas ecológicas, garantido boas condições de higiene para 101.439 pessoas.

O projecto está a ser implementado por associações criadas localmente para o efeito como é caso das Associações “Kutuanana Kamubukwana” (AKK), “PAMODZI” e “ESTAMOS”, sem fins lucrativos, que pretendem avançar na implementação de um projecto de reabilitação da rede de abastecimento de água e esperam rubricar, num futuro breve, um contrato com o Conselho Municipal para a recolha de lixo.

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