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Três agentes da PRM detidos em Boane

Três agentes do Comando Distrital da Polícia da República de Moçambique (PRM) de Boane, província do Maputo, encontram-se detidos, desde a semana passada, por terem sido surpreendidos a tentar libertar três paquistaneses de um total de 400 imigrantes ilegais expulsos da vizinha África do Sul.

Os agentes são acusados de terem cobrado 10 mil meticais para libertarem os três paquistaneses, segundo Pedro Cossa, porta-voz do Comando-Geral da PRM, salientando que a tentativa registou-se no Centro de Treinamento da Autoridade Tributária de Moçambique (ATM), em Boane, para onde foram encaminhados os imigrantes ilegais estrangeiros após terem sido expulsos da África do Sul.

Quanto ao valor que é gasto pelo Estado na manutenção do contingente de ilegais naquele centro, Cossa limitou-se a dizer que “não tenho os cálculos em mente, mas é muito dinheiro”.

Entretanto, 13 pessoas foram detidas na semana passada de um total de 300 envolvidas no caso da destruição de 25 casas pertencentes aos líderes comunitários e secretários de bairro e de um centro de Saúde, na província nortenha de Cabo Delgado, por alegadamente estarem a propagar a cólera.

Quanto a acidentes de viação, a PRM reclama a detenção de 66 motoristas por condução ilegal, para além da apreensão de cerca de 600 cartas de condução por excesso de velocidade e condução em estado de embriaguez.

Os detidos envolveram-se em 60 acidentes de viação ocorridos no país que resultaram em 26 óbitos e 61 feridos, entre graves e ligeiros.

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