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Trabalhadores do MBS queixam-se de injustiças laborais e estão em greve

Os funcionários de diferentes estabelecimentos comerciais do grupo Momade Bachir Sulemane (MBS), nas cidades de Maputo e da Matola, abandonaram os seus postos de trabalho, na manhã desta sexta-feira, para manifestar contra às precárias condições laborais a que são sistematicamente sujeitos pelo patronato.

Segundo narram ao @Verdade, as injustiças laborais consistem nos salários injustos e discrepantes, tortura, intimidação, falta de segurança no trabalho, racismos, falta de diálogo entre o patronato e os trabalhadores. Em caso de morte de um trabalhador, os gestores do MBS não prestam nenhuma ajuda às famílias enlutadas.

Ana Laura, secretária do Comité Sindical dos Trabalhadores do MBS, contou-nos que os patronato não quer dialogar com os empregados. Já houve vários pedidos no sentido de as partes se reunirem e encontrar-se um meio-termo para os problemas que lhes opõem, porém, os gestores do MBS nunca se predispuseram.

Em virtude dessa situação, os trabalhadores fixaram um prazo de mais de uma semana (06 a 15 de Agosto em curso) para o patronato dialogar com os seus colaboradores com vista a satisfazer as reivindicações em causa, o que não aconteceu.

Nesse contexto, as estruturas sindicais e representativas dos trabalhadores na Kayum Electrónica 3 e de todas as lojas do MBS, incluindo a Kayum Ferragem e os armazéns da Matola, amotinaram-se defronte de uma das lojas sita na Avenida Eduardo Mondlane, em frente do Centro de Saúde Santa Filomena, na capital do país. Refira-se que a Polícia esteve no local para evitar possíveis desmandos.

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