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Seis países contribuirão com 3,5 bilhões de dólares para combater desmatamento

Seis países ricos anunciaram na quarta-feira em Copanhague um acordo que prevê o desbloqueio de 3,5 bilhões de dólares para ajudar no combate ao desmatamento nos países mais pobres, em um cronograma de dois anos (2010-2012).

A decisão tomada por Austrália, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Japão e Noruega marcou o maior avanço até agora na conferência do clima da capital dinamarquesa, que termina na próxima sexta-feira. “Acções para reduzir emissões provenientes das florestas podem ajudar a estabilizar nosso clima, apoiar o modo de vida, conseguir a preservação da biodiversidade e promover o desenvolvimento econômico”, indicaram os seis países em um comunicado conjunto.

“Como parte de um amplo e ambicioso acordo, reconhecemos o significativo papel do financiamento público internacional no apoio aos esforços dos países em desenvolvimento para reduzir, parar e no fim reverter o desmatamento”, acrescentaram. O grupo descreveu sua iniciativa como “um investimento inicial” nos países em desenvolvimento que apresentarem planos “ambiciosos” para preservar suas florestas do desmatamento. “Nos comprometemos colectivamente a aumentar nosso financiamento depois, em função das oportunidades e dos resultados alcançados”, destacou o comunicado.

Odesmatamento de florestas em todo o mundo é responsável por um quinto das emissões anuais de gases causadores do efeito estufa – embora novos números apontem uma queda deste percentual para 12%. Os países ricos estão sendo pressionados a colocar sobre a mesa 10 bilhões de dólares entre 2010 e 2012 para financiar programas “fast-start” (“rápidos”) de redução da poluição em países pobres e medidas de adaptação às mudanças climáticas. No ritmo actual – cerca de 15 milhões de hectares por ano, ou seja a superfície de Bangladesh-

o desmatamento é responsável por cerca de um quinto das emissões de gases de efeito estufa no mundo, ou seja, mais que o sector do transporte. Esta ajuda rápida será orientada às nações que possuem florestas tropicais, precisa a França em comunicado.

Ela se inscreve na “visão francesa e europeia de reduzir pela metade o desflorestamento mundial até 2020 e de fazer cessar a perda de florestas no mais tardar em 2030”. Os mecanismos do REDD (Redução de Desmatamento e Degradação), que dizem respeito a mais de 70 países no mundo, e que estão actualmente em negociação, são os que mais interessam a países como o Brasil. A disposição do REDD transforma a proteção da floresta em fonte para receber financiamento, com monitoramento e critérios internacionais.

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