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Segunda mulher americana acusada de terrorismo no caso “JihadJane”

Uma segunda mulher, de nacionalidade americana, foi acusada de terrorismo no caso “JihadJane”, após ela mesma se entregar às autoridades dos Estados Unidos, informou esta sexta-feira o Departamento de Justiça, em comunicado.

A suspeita, Jamie Paulin Ramírez, de 31 anos, foi acusada de atos de terrorismo no mesmo caso da amiga conhecida como “JihadJane”. “JihadJane”, cujo nome verdadeiro é Colleen LaRose, de 46 anos, foi acusada de planejamento de assassinato no exterior, de dar apoio material a terroristas, de dar declarações falsas à polícia e de usurpação de identidade.

Segundo o ministério, as duas mulheres viajaram juntas para a Europa para “participar” de atividades vinculadas à ‘Jihad’ (guerra santa). Jamie Paulin Ramírez se entregou à polícia da Filadélfia (leste dos EUA), após voltar da Europa. Ela pode ser condenada a 15 anos de prisão e a pagar uma multa de 250 mil dólares pelos crimes de que é acusada.

Segundo a imprensa, Ramírez foi detida na Irlanda no mês passado por denúncias de planejar o assassinato de um desenhista sueco que fez caricaturas do profeta Maomé, antes de ser liberada sem acusações. “JihadJane” se apresentou pela primeira vez em 18 de março ante um tribunal da Filadélfia, declarando-se inocente.

As autoridades americanas anunciaram, em 9 de março, sua detenção em uma cidade da região da Filadélfia, sob a suspeita de ter recrutado terroristas na Europa e na Ásia e de participação em um complô para matar o desenhista sueco.

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