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Planos de redução da pobreza em Moçambique são implementados às cegas

O Plano de Acção Para a Redução da Pobreza Absoluta em Moçambique (PARPA), o Fundo de Desenvolvimento Distrital (FDD), dentre outros, estão a ser implementados inconscientemente pelos governos distritais, provinciais e pelas autoridades locais, por exemplo, devido à falta de compreensão em relação os objectivos traçados e resultados que se pretende alcançar para o alívio da situação deprimente que caracteriza milhares de famílias moçambicanas nas zonas urbanas e rurais. Quem o diz é Lígia Zaqueu, pedagoga da Universidade Eduardo Mondlane (UEM).

A docente universitária disse, esta quinta-feira (05), em Maputo, numa palestra, que não se pode reduzir a pobreza enquanto prevalecerem grandes lacunas no diz respeito à compreensão dos objectivos previstos nesses projectos.

Outro aspecto indicado pela palestrante está relacionado com a não auscultação dos gestores públicos locais e das comunidades, por parte do Governo Central, sobre os programas que têm sido introduzidos para o combate à pobreza, disse a docente, acrescentando que, para além disso, há falta de domínio técnico sobre as directrizes dos projectos e não existe conhecimento especializado sobre os mesmos.

Lígia Zaqueu falava numa palestra sobre “Descentralização do Estado Unitário: Actuação dos Poderes Locais em Moçambique no Âmbito dos Programas de Redução da Pobreza”, realizada nas instalações da UEM.

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