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Até agora saíram do governo da Zambézia, quatro membros deste governo, nomeadamente, Armindo Tonela, director provincial de Saúde, Lina Portugal, directora da Educação, Francisca Muluana, directora provincial das Obras Públicas e Habitação e Januário Soca, director provincial de Trabalho, este último que foi exonerado por vários motivos.

Mas os primeiros três membros do governo da Zambézia, saem para cumprirem outras missões que foram incumbidas. Lina Portugal por exemplo, depois de vários anos a dirigir o sector, rodeios de gente que tentou fazer vida negra a sua pessoa, foi indicada para ocupar o cargo de Secretaria Permanente da Provincial de Cabo Delgado, enquanto Francisca Muluana que vinha ocupando o cargo de directora provincial das Obras Publicas e Habitação, vinda da direcção nacional de Águas, vai a Gaza para ocupar o cargo igual ao da sua colega Lina, neste caso, SPP de Gaza.

Já Armindo Tonela, ao que se sabe, alias dito por ele próprio, deixa a direcção provincial de Saúde com a finalidade de continuar com os estudos e que neste momento, aguarda-se na família da Saúde um novo director provincial. Estes dirigentes que deixam a Zambézia, até podem estar a sorrir de alegria, porque pelo contrário, estariam nas malhas de Itai Meque, olhando a actual correria que o governador imprimiu desde que tomou posse, muita tinta iria correr nestes sectores.

Há que respirar fundo e tirar um ar de alívio com as nomeações para estas novas funções, porque pelo contrário.

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