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Mulher detida por mandar roubar na Matola

Uma mulher de 56 anos de idade e chefe de quarteirão no bairro de Tchumene, no município da Matola, encontra-se privada de liberdade, desde a semana passada, acusada de encabeçar o roubo de diversos produtos num estabelecimento comercial.

A suspeita, detida na 9a esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM) naquele ponto da província da Maputo, negou, de pés juntos, o seu envolvimento no acto e alegou que apenas tomou conhecimentos de que havia um plano de assalto à loja de onde a mercadoria foi retirada. Questionada por que motivo não denunciou o caso à Polícia, a visada ficou sem explicações.

Dos bens saqueados, constam cinco caixas de óleo alimentar, 36 sacos de arroz de 25 quilogramas cada, 15 sacos de cimento, entre outros, cujo levantamento e recuperação estavam ainda em curso até ao fecho desta edição.

Por sua vez, os dois jovens, também detidos em conexão com o crime em alusão, contaram que a senhora lhes encontrou sentado nas proximidades do estabelecimento lesado e perguntou por que razão estavam de braços cruzados.

“Eu disse que estava a pensar numa forma de conseguir trabalho de modo a obter dinheiro de transporte para regressar à minha província. A senhora disse que tinha trabalho e prometeu pagar mil meticais. Mandou-nos retirar produtos na laja alegando que era dum seu familiar”, contou um dos indiciados, cuja versão dos factos foi corroborada pelo seu presumível comparsa.

Enquanto isso, no bairro de Mavalane, na cidade de Maputo, quatro indivíduos, dos quais o tio e sobrinho menor de idade, encontram-se presos na 12a esquadra, acusados de roubo de num televisor e uma botija de gás numa residência.

O tio, de 41 anos de idade, afirmou que ele e o sobrinho estiveram juntos na altura do roubo e fê-lo por estar desempregado.

Entretanto, o miúdos, de 17 anos de idade, declarou-se inocente e alegou que o seu tio está a faltar à verdade ao imputá-lo o furto. Os outros dois jovens, por sinal amigos, estão privados de banho do sol por um deles ter retirado os bens da casa da mãe e vendido em conluio.

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