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Mesquita alerta: se não construirmos a barragem de Moamba Major, Maputo terá problemas mais graves de água

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Numa altura em que a Região Metropolitana do Grande Maputo se debate com o fenómeno de restrições no precioso líquido, causadas pela escassez de chuvas e de infraestruturas de retenção de água, como barragens e represas, o Ministro das Obras Públicas Habitação e Recursos Hídricos entende que a rápida mobilização de fundos para a construção da Barragem de Moamba-Major pode ser a solução para se ultrapassar aquela situação.

O posicionamento foi manifestado num recente encontro, mantido com os responsáveis das Direcções Nacionais de Abastecimento de Água e Saneamento (DNAAS) e de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH), durante o qual foram instados a desenvolverem projectos sustentáveis e iniciativas eficientes na busca de financiamentos, abandonando assim o argumento de inexistência de fundos.

Recorde-se que o projecto de construção da barragem Moamba-Major, ao longo do rio Incomáti, está orçado em cerca de 700 milhões de dólares norte-americanos e terá uma capacidade de produção anual de 15 megawatts de electricidade, permitindo abastecer a área metropolitana de Maputo, com 760 milhões de metros cúbicos de água por ano.

Na sua primeira visita àquelas direcções, depois de tomada de posse, o Ministro das Obras Públicas Habitação e Recursos Hídricos chamou atenção para a execução das actividades em consonância com o Plano Quinquenal do Governo e o Plano Económico e Social, pois são instrumentos orientadores de todas as acções e “com base neles, seremos avaliados, por isso, os mesmos devem estar sempre presentes na nossa mesa de trabalho. Temos que saber a cada momento sobre a sua execução”.

Considerando a importância que o sector de água desempenha no País e não só, a DNGRH e DNAAS foram incentivados a privilegiar parcerias regionais, assim como redobrar esforços na provisão destes serviços, fazendo-se cada vez mais presentes nas preocupações da sociedade, pois a água mexe com a saúde pública, economia, turismo e funcionamento do comércio.

Numa outra abordagem, Carlos Mesquita destacou ainda a importância da Unidade de Controle de Cheias e Secas e do Sistema Nacional de Informação de Abastecimento de Água e Saneamento, devendo optimizar mais a recolha de dados para comunicação às populações, a tempo de se organizarem e dar resposta ao potencial impacto do evento de cheias e para a uma correcta tomada de decisões, sobre onde construir infrastruturas para o serviço de abastecimento de água.

No mesmo encontro, foi debatido o problema de abastecimento de água na Província de Cabo Delgado, sobretudo ao Planalto de Mueda e outras zonas onde a água é escassa, tendo Mesquita orientado os técnicos deste sector a encontrar meios alternativos para prover este recurso para estas comunidades.

Ainda na visita, apelou ao profissionalismo e trabalho em equipe: “A questão dos recursos humanos na Administração Pública é séria, por isso, que essa interajuda é importante para a transmissão de conhecimentos e capacitação dos funcionários para o alcance dos resultados do sector de águas. Vamos criar essas valências entre nós”, concluiu Carlos Mesquita.

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