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Mamparra of the week: Afonso Dhlakama

Mamparra of the week: Saqueadores do Estado moçambicano

Meninas e Meninos, Senhoras e Senhores, Avôs e Avós

O mamparra desta semana é o senhor Afonso Marceta Macacho Dhlkama, o líder do (ainda) maior partido da oposição em Moçambique, Renamo, por uma multiplicidade de mamparrices que ele vem praticando há anos e que se acentuam nos dias que correm.

O mamparra do DHL, como também é carinhosamente tratado, depois de abandonar a capital do país e instalar-se em Nampula, e finalmente ter desaguado em Gorongoza, anda, como dizem, em “parte incerta” de onde diz não pretender sair. Este facto carece de ser profundamente estudado, para se compreender a natureza do circo que ele é ou de que é titular.

Em Gorongosa, mais concretamente na vila de Sathundjira, foi retaliado pelas forças governamentais alegadamente (com pompa e circunstância) para se pôr termo aos ataques dos seus homens contra as Forças de Defesa e Segurança.

Os seus homens (dispersos), alegadamente em legítima defesa face às “provocações” das Forças Armadas de Defesa e Segurança, têm estado a matar cidadãos inocentes. Para e porquê?

O líder da Renamo, ao invés de retaliar, querendo, deve ter como alvos militares e não civis – incluindo menores – que não têm nada a ver com as palavras (e alguns nem sabem o que significam) paridade, despartidarização do Estado, etc.

Os relatos de assassinatos de civis agora são quase que diários e uma pergunta teima em sair de forma lancinante: que mal fizeram eles, senhor líder da Renamo?

O mapa de guerra está a crescer, ontem era Gorongoza, hoje é Homoíne e Funhalouro e amanhã sabe-se lá onde…

Em Abril vai-se assinalar um ano do fim de paz desde que ele mandou atacar um alvo paramilitar, como o afirmou à boca cheia, a partir de Sathundjira, que tinha sido ele quem dera a ordem de ataque à esquadra de Muxúnguè.

Estas mamparrices são crimes hediondos. É inconcebível que um líder que protesta, ainda que de forma hilariante, o estatuto de “pai da democracia”, manifeste um desprezo condenável pela vida alheia.

As diferenças de opiniões entre a Renamo e o Governo devem ser ultrapassadas através do uso da palavra. É de todo condenável que as diferenças de pensar impliquem necessariamente o derramamento de sangue.

Alguém tem que pôr um travão neste tipo de mamparices.

Mamparras, mamparras, mamparras.

Até para a semana, juizinho e bom fim-de-semana!

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