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Mais um “transporte escolar” atropela mortalmente uma criança em Maputo

Uma criança identificada pelo nome de Cassimito, de quatro anos de idade, residente no bairro de Mavalane “A”, na cidade de Maputo, foi atropelada mortalmente por um condutor de transporte escolar, na tarde desta segunda-feira (05).

O criminoso chama-se Anselmo Sebastião, de 30 anos de idade, residente no bairro de Maxaquene. Para além vítima mortal, feriu gravemente duas pessoas. Segundo o Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), o motorista dirigia à alta velocidade.

A Polícia não forneceu detalhes sobre o caso, mas uma testemunha ocular do incidente assegurou ao @Verdade que o veículo que matou Cassimito é de transporte escolar cuja matrícula não foi registada devido ao estado de choque em que os familiares e os vizinhos da vítima se encontravam. “Naquele momento, a preocupação era socorrer a crianças mas infelizmente morreu.”

De acordo a nossa interlocutora, Cassimito encontrava-se no muro do quintal da sua casa, do lado de fora, próximo à estrada, a brincar, quando, de repente, foi violentamente colhido pelo minibus de transporte escolar juntando-o com a parede. A vítima teria sido socorrida para o hospital mas morreu a caminho devido à gravidade das contusões provocadas na cabeça.

No dia 03 de Julho passado, no bairro de Laulane, Hortência Magaia, de apenas um ano e oito meses de vida, foi, também, atropelada mortalmente por um condutor de transporte escolar; é bom que se diga, irresponsável, defronte da sua residência, quando gozava de um dos seus direitos: brincar.

O @Verdade insiste que de há tempos para cá, um número considerável de pais e encarregados de educação recorre aos serviços de transporte escolar para os seus filhos, mas este meio de transporte revela-se cada vez mais menos seguro a avaliar pelos desmandos cometidos pelos indivíduos encarregues de conduzir as viaturas nas quais os petizes viajam de casa para a escola e vice-versa.

Para além de a irresponsabilidade desses motoristas estar causar luto e dor nas famílias, é ainda preocupante a forma como esses condutores de transportes escolares circularam à alta velocidade nas zonas residenciais, onde há sobretudo menores de idade a brincar inocentemente.

Portanto, a pergunta que fica é: quantas pessoas são vítimas desses condutores mas o casos não são do conhecimento da Imprensa na cidade de Maputo e no resto do país?

 

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