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Liga Mundial de Voleibol: Rússia bate Brasil (3-2) e soma segundo título

A Rússia conquistou no passado domingo o bicampeonato da Liga Mundial de Vôlei após derrotar o Brasil por 3 sets a 2, na final disputada em Gdansk, na Polônia. Os brasileiros começaram na frente, mas os russos venceram o segundo, o quarto e o quinto sets. Os parciais da partida foram de 23-25, 27-25, 25-23, 22-25 e 15-11.

No primeiro set, o Brasil começou melhor que na partida entre as duas equipes pela fase de grupos das finais. Com a entrosada equipa titular, os russos sentiram maior dificuldade e não conseguiram defender os ataques de Giba e Lucão, com Murilo também em boa forma – os três foram poupados naquela ocasião. Depois de abrir quatro pontos, os brasileiros deixaram os rivais empatarem em 15 a 15, mas confirmaram o ponto que levou o set à sua segunda parada técnica. A partir dali, os comandados de Bernardinho mantiveram uma vantagem de dois pontos até os instantes finais da parcial, fechando em 25 a 23 após 26 minutos de bola rolando.

No segundo set a mesma situação repetiu-se, com a disputa bastante parelha até a metade do set, quando os russos abriram três pontos. Inconstantes, eles viram o Brasil empatar novamente o set em 15 a 15, a exemplo do set anterior, mas desta vez a equipe do Leste Europeu conseguiu abrir dois pontos. A vantagem persistiu até o set point, quando os brasileiros respiraram e empataram o jogo em 24 a 24. No entanto, o central Khtei marcou dois pontos seguidos e garantiu o empate para os rivais em 27 a 25, e 1 set a 1.

O empate acendeu os russos, que voltaram com o mesmo ritmo forte com o qual encerraram o set anterior. Rapidamente, os europeus conseguiram uma confortável vantagem em torno de três a quatro pontos, passando pela primeira pausa técnica com tranquilidade e abrindo cinco pontos ao fazer 14/9 no placar. Com a maior diferença do jogo a favor dos russos, o Brasil acordou e buscou pelo menos quatro pontos, fazendo 14/13.

Apesar disso, os russos seguiram melhor no parcial e mantiveram-se à frente pela vantagem mínima. Bernardinho acionou Dante pela primeira vez no jogo, mas a mudança não deu resultado e a equipa canarinha perdeu o parcial por 25 a 23, ficando em desvantagem no placar de sets (2 a 1 para a Rússia). O Brasil respirou bem no quarto set e, com as boas entradas de Rodrigão e Dante, a equipa foi melhor e superou os russos no momento mais importante do set. Desta vez, os canarinhos nunca ficaram atrás no placar, e fecharam a parcial em um ‘rápido’ 25 a 22, comparado-se aos demais sets.

No tie-break, a disputa seguiu parelha nos três primeiros pontos. Quando o placar marcava 2 a 1, o Brasil fez um claro ponto de bloqueio, mas a arbitragem marcou a favor dos russos, deixando os jogadores e principalmente a comissão técnica bastante irritados – a ponto de Bernardinho precisar acalmar os demais integrantes do staff técnico.

Quando os ânimos acalmaram-se, os russos animaram-se pela marcação da arbitragem e conseguiram abrir dois pontos de vantagem, e Bernardo Rezende pediu tempo técnico com 7/5 no placar. Melhores no jogo, os russos mantiveram a diferença no placar nos pontos seguintes. Sem reação, o Brasil deixou a vitória escapar por entre os dedos e viu os rivais finalizarem em 15 a 11, faturando o segundo título da sua história na competição mundial de seleções.

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