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Itália 1 – Nova Zelândia 1: O que eles disseram depois do jogo

“Não tivemos sorte, mas também não criamos muita coisa. É a segunda vez que os nossos adversários colocam a bola na área e sofremos o golo. Depois disso reagimos e partimos para o ataque. Não faltou vontade aos jogadores, e sim lucidez. Agora, somos obrigados a vencer a última partida e colocar mãos à obra, pois não temos a menor vontade de voltar para casa.” Marcello Lippi, técnico da Itália.

“Acho que o nosso país, que tem quatro milhões de habitantes, parou para ver a nossa atuação. Esse resultado é sensacional para o futebol neozelandês. É histórico, melhor do que tudo que já conseguimos, tendo em conta a tradição do adversário. A partir de agora, tudo é possível. Estamos nos saindo muito bem para uma equipe que não tinha o que fazer na Copa do Mundo, como diziam alguns.” Ricki Herbert, técnico da Nova Zelândia.

“Precisamos melhorar rápido, do contrário não iremos longe. Não jogamos o nosso melhor futebol, podemos fazer bem mais que isso. O problema não são os atacantes — foi a equipe inteira que não funcionou bem. Passamos a maior parte do tempo no campo deles, houve boas chances, mas não bastou. As bolas paradas, principalmente, têm nos deixado em apuros desde o início do torneio.” Daniele De Rossi, meio-campista da Itália eleito melhor do Jogo.

“Temos muito a lamentar, pois os neozelandeses não chegaram à nossa área, exceto duas vezes. A equipe tentou reagir e marcar o golo, mas não foi fácil, pois eles estavam todos na defesa. Mas a gente não se rende: estamos aqui para ganhar.” Fabio Cannavaro, defesa e capitão da Itália.

“Os mádios precisam apoiar mais os atacantes, avançando mais e chutando a baliza. Agora não é o momento de pensar na segunda fase. É preciso pensar em vencer a Eslováquia na quinta-feira, marcar e não sofrer golos. Precisamos necessariamente da vitória.” Riccardo Montolivo, meio-campista da Itália.

“Sofremos o golo numa das duas únicas chances da Nova Zelândia, num lance de bola parada, como no jogo contra o Paraguai. Tivemos muitas oportunidades, mas o guarda-redes deles estava inspiradíssimo e colocamos uma bola na trave. Nem tudo foi ruim na nossa apresentação. É preciso olhar para frente, porque a classificação ainda é possível.” Gianluca Zambrotta, lateral da Itália.

“Não foi o jogo do século, mas mostramos muita vontade e determinação. Fico sem palavras quando penso no que realizamos graças ao comprometimento de cada um com a equipe. Ganhamos uma chance de avançar à segunda fase. É um desafio emocionante. Agora precisamos fazer de tudo para aproveitar essa chance no último jogo.” Ryan Nelsen, defesa e capitão da Nova Zelândia.

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