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Indivíduos desconhecidos assassinam mulher e ferem o filho em Quelimane

Uma mulher perdeu a vida e o seu filho sobreviveu aos maus-tratos a quem foram submetidos por um grupo de presumíveis bandidos, na semana passada, na cidade de Quelimane, província da Zambézia.

O crime aconteceu durante a madrugada, no bairro Incídua. Os supostos bandidos, munidos de catanas, facas, paus e outro tipo de armas brancas, introduziram-se na residência da senhora e protagonizaram desmandos antes de cometer o homicídio.

A crueldade da gangue foi de tal sorte que espectou uma faca no pescoço e nas axilas da mulher, tendo ela perecido no local.

Agostinho Vidal, contou que antes de os malfeitores invadirem o domicílio onde a sua mãe se encontrava a dormir, eles trancaram as portas das casas próximas, por fora, no sentido de impedir qualquer tentativa de socorro às vítimas. Ainda de acordo com o jovem, quando ele ouviu a progenitora a implorar pela vida, nas mãos da ladrões, aproximou-se para perceber o que se passava. Nessa altura, foi imobilizado e espancado por um dos malfeitores que se encontrava escondido algures no quintal.

Travou-se uma briga durante minutos a fio, a até que Agostinho conseguiu livrar-se do seu agressor. Este e os bandidos puseram-se em fuga, mas a cidadã já tinha perdido a vida.

Paralelamente a este delito, na cidade de Nampula, província com o mesmo nome, a Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve nove indivíduos, acusados de cometimento de semear terror. Dois são indiciados de assaltos a residências com recurso a catanas.

Nessa operação, os agentes da Lei e Ordem recuperaram nove catanas e outros instrumentos contundentes, supostamente usados pela gangue durante as suas incursões.

Os visados assumem o crime que pesa sobre eles e alegaram que nunca feriram a ninguém, apenas usavam as catanas para ameaçar as vítimas e apoderavam-se dos seus pertences. Zacarias Nacute, porta-voz do Comando Provincial da PRM, em Nampula, disse a jornalistas que o grupo aterrorizava vários bairros da urbe.

As autoridades disseram que estão no encalço de um integrante do grupo, supostamente a monte e suspeita-se que esteja em Maputo.

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