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Guarda penitenciário detido em Maputo por porte ilegal de arma

Um cidadão de 25 anos de idade, identificado pelo nome de T. Macie, está a contas com a Polícia da República de Moçambique (PRM) em Maputo, desde segunda-feira (13), supostamente por levar consigo, ilegalmente, uma pistola com balas.

O visado é guarda penitenciário e foi interpelado na via pública, no bairro das Mahotas, periferia da capital do país. A arma encontrada em sua posse estava carregada com quatro munições e foi arrecada na 14a esquadra da Polícia.

Entre 04 e 10 de Março corrente, a PRM recuperou seis armas de fogo, duas das quais do tipo AK-47, e 119 munições. Destas, pelo menos 112 são de AK-47 e sete de pistolas, segundo o Comando-Geral.

Na semana em alusão, 37 cidadãos estrangeiros, que alegadamente entraram ilegalmente no país, foram repatriados após terem sido surpreendidos a extrair minérios sem autorização no distrito de Montepuez, província de Cabo Delgado.

Há dias, 95 estrangeiros foram também expulsos de Moçambique. Trata-se de indivíduos de nacionalidades tanzaniana, somali, guineense, gambiana, senegalesa, malawiana, zimbabweana, nigeriana, queniana, burundesa, belga e congolesa.

Enquanto isso, a PRM apreendeu igualmente, na semana finda, 752 litros de combustível nas províncias de Tete e Manica.

Não é a primeira vez que tal acontece. Aliás, o roubo de combustível e respectiva venda ilegal “condimentam” um negócio que cresce como cogumelos em diferentes pontos do país, em particular nos centros urbanos.

Por exemplo, a 27 de Fevereiro último, cinco membros da corporação, entre eles uma mulher, foram presos sob a acusação de roubo de combustível no Parque Industrial da Matola, uma zona onde no ano passado pelo menos 16 pessoas morreram em resultado duma explosão quando tentavam roubar o mesmo produto.

A Polícia descobriu que os cinco indiciados já tinham sido baldeados pelo menos 9.770 litros de combustível e uma parte significativa estava para ser transportada através de um minibus em tanques com capacidade de acondicionar centenas de litros.

A outra parte seria transportada em galões de 20 a 25 litros através de camiões basculantes. As vasilhas eram enchidas de tal sorte que derramavam o produto a ponto de representar um verdadeiro perigo, sobretudo em caso de alguma chama ou mesmo faísca.

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