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Fundador do WikiLeaks deveria sair livremente da embaixada, onde está refugiado há mais de três anos, e ser indemnizado, diz ONU

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, deveria ser autorizado a sair livremente da embaixada do Equador em Londres, onde está refugiado desde Junho de 2012, e receber uma indemnização por ter enfrentado o equivalente a uma detenção, arbitrou uma comissão da ONU nesta sexta-feira.

Assange, um hacker de computador que enfureceu os Estados Unidos da América ao publicar centenas de milhares de correspondências diplomáticas norte-americanas secretas, está abrigado na embaixada equatoriana há três anos e meio para evitar uma investigação de estupro na Suécia.

A Grã-Bretanha e Suécia negam que Assange esteja sendo privado de liberdade, notando que ele entrou na embaixada voluntariamente.

Assange, um australiano, recorreu à comissão da ONU, cuja decisão não é de cumprimento obrigatório, afirmando ser um refugiado político cujos direitos foram violados uma vez que não foi capaz de viajar ao Equador, país que lhe havia concedido asilo político.

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