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Forças do governo e rebeldes entram em confronto em Damasco

Forças do governo da Síria e rebeldes travavam combates pesados na estrada de Damasco nesta terça-feira (26), disseram ativistas, na pior onda de violência nos subúrbios da capital desde que uma revolta contra o presidente Bashar al-Assad começou há 16 meses. Um vídeo publicado por ativistas registrou tiroteio pesado e explosões.

Um espesso rastro de sangue em uma calçada no bairro de Qudsiya seguia até um prédio para onde uma vítima havia sido levada. Um homem nu contorcia-se em agonia, o seu corpo estava perfurado por estilhaços.

O Observatório Sírio para Direitos Humanos relatou violentos combates perto da sede da Guarda Republicana em Qudsiya, e nos subúrbios de Al-Hama e Mashrou’ Dumar, a apenas 9 quilômetros fora de Damasco.

Samir al-Shami, um ativista em Damasco, disse que tanques e veículos blindados também foram para as ruas dos subúrbios e alguns ativistas relataram que um tanque foi explodido.

O Observatório, que tem uma rede de ativistas pela Síria, disse que forças de segurança e veículos blindados invadiram o bairro de Barzeh, um ponto de apoio da oposição dentro de Damasco, e havia sons de artilharia pesada.

A revolta contra o governo de Assad tornou-se cada vez mais violenta em resposta a uma ofensiva do Exército. Combates agora são relatados regularmente em Damasco, no passado considerado um bastião de apoio a Assad.

Um vídeo filmado por ativistas antigoverno na cidade de Homs mostrou detonações de armas pesadas e plumas de fumaça negra erguendo-se sobre os telhados de edifícios destruídos e abandonados.

Equipes de ajuda estavam a voltar a Homs para tentar retirar civis presos e feridos, mas as negociações ainda estão em andamento para garantir um acesso seguro, afirmou o Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) , em Genebra. “Não podemos prever quando a equipe será capaz de fazê-lo”, disse o porta-voz do CICV Bijan Farnoudi à Reuters.

Trabalhadores humanitários vêm buscando acesso à cidade desde que as forças governamentais e grupos de oposição concordaram na semana passada, a pedido da agência, com uma pausa humanitária nos combates.

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