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Egipto elimina Benin

Selecção egípcia que afastou a sua conjênere do Benin, em jogo dominado pelos “farós” Benguela – A selecção nacional do Egipto confirmou esta noite, no Estádio de Ombaka, em Benguela, o estatuto de bi-campeão continental e sério candidato ao título da 27ª edição da Taça de África das Nações Oragnge-Angola2010 em futebol, ao derrotar a sua congénere do Benin por 2-0.

 

Com esta vitória, os “faraós” ditaram o afastamento do Benin da prova e terminam invictos a primeira fase (grupo C) com nove pontos. Os detentores do troféu dominaram a partida, adiantando-se no marcador aos seis minutos com golo do lateral direito El Mohamady, num cruzamento directo para a baliza de Djidonou, que, incompreensivelmente, deixou passar a bola, quando esta estava ao seu alcance.

Lento no jogo ofensivo e com alguns erros defensivos, o Benin não teve argumentos para contrariar o adversário e a passagem do 22 minuto voltou a sofrer, desta por intermédio de Meteeb, que numa jogada de insistência obrigou o guarda-redes contrário a tirar a bola para além da linha de golo. Os “Esquilos”, para quem somente a vitória interessava, realizaram uma primeira parte muito pobre, pois tiveram o lance digno de registo apenas aos 32 minutos, com o ponta-de-lança Omotoyossi a elevar-se mais do que o defesa central egípcio El Saka e a cabecear por cima da baliza de El Hadary. T

rês minutos depois, o atacante Seka, muito aplaudido pelo público, conduziu a segunda jogada perigosa dos beninenses à baliza egípcia, ao ultrapassar um defensor e isolar Koukou, que frontal ao guarda-redes, já dentro da pequena área, chutou frouxo para a defesa deste. Daí em diante, o Egipto reassumiu o jogo e no último lance da etapa inicial quase chegava ao terceiro tento, numa jogada em que Raouf atirou rasteiro ao lado do poste direito da baliza adversária.

Na segunda parte, o Benin reencontrou-se, pois o técnico Michel Dussuyer substituiu o “apagado” avançado Angan por Aoudou, atacante que deu maior dinâmica a equipa, obrigando os centrais egípcios a recuarem mais no terreno em relação a todos primeiros 45 minutos. Aos 64’ Aoudou “levou” El Hadary a uma defesa apertada para canto, para pouco tempo depois Tchomogo falhar uma emenda na pequena área, após cruzamento da esquerda do seu ataque, naquela que pode-se considerar a mais flagrante oportunidade de golo dos “esquilos”.

Incomodado com a situação, Hassan Shehata, seleccionador egípcio, lançou para a quadra o “irriquieto” Zidan, em substituição do defesa-central El Saka, na tentativa de reverter os perigos para o lado adversário, o que surtiu feito. Zidan, Meteeb, Hosni e Hassan encarregaram-se de devolver tranquilidade ao conjunto, embora o técnico, ainda em jeito de insatisfação, “refrescou” o ataque trocando Raouf por Gedo.

O Egipto várias vezes levou perigo à baliza do Benin, mas o placard não se alterou até o apito final do sul-africano Bennett Daniel, que foi coadjuvando por Molefe Enock (África do Sul) e Champiti Moffat, do Malawi. O jogo foi assistido por cerca de 20 mil espectadores.

O Egipto está nos quartos-de-final, onde deverá jogar com o segundo do grupo D, a ser encontrado quinta-feira, quando se realizarem os jogos Gabão-Zâmbia, no estádio de Ombaka, em Benguela, e Tunísia-Camarões, no estádio da Tundavala, no Lubango.

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