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É imperioso adequar as mensagens à nossa realidade cultural

Segundo os resultados divulgados pelo governo, por ocasião do Dia Mundial de Combate contra o SIDA, 15 por cento da população moçambique está infectada pelo virus. A região sul do pais continua com mesma elevada taxa de seroprevalência, de 21 por cento, registada no ano transacto. Enquanto na região centro os níveis situam-se em 18 por cento de pessoas infectadas, com ligeira propensão para decrescimento.

E a zona norte , com 9 por cento da população infectada, mantém-se com os níveis mais baixos de prevalência desde 2004, com tendência de estabilização. Na altura da apresentação dos mencionados elementos, feita, na Presidência da República, pelo ministro da Saude, Paulo Ivo Garrido, o Chefe do Estado, Armando Guebuza dirigiu um apelo no sentido de as mensagens difundidas na luta contra a pandemia sejam adequadas à realidade cultural moçambicana, observando que os estudos levados a efeito, em data recente, denunciam a existência de muitos compatriotas que desconhecem os aspectos importantes do HIV/SIDA.

Por seu turno, Ndolay Ngokwey, coordenador das Nações Unidas em Moçambique, revelou que cerca de 1.6 milhão de moçambicanos padecem de SIDA e que há uma ocorrência anual de mais de 120 mil novas infecções, equivalentes a 440 infecções diárias. Cujo cenário é agravado com o registo de, aproximadamente, 90 mil óbitos resultantes da doença, e com a estimativa de cerca de 510 mil órfãos relacionados com o SIDA.

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