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Dhlakama condena partidarização do aparelho do Estado

Afonso Dhlakama, candidato às presidenciais pelo Partido Renamo, condenou, este Sábado, aquilo que considerou de “partidarização do Aparelho do Estado”, supostamente caracterizada pela criação das células do Partido Frelimo nas unidades escolares, sanitárias e nos órgãos da Administração da Justiça.

Dhlakama que, no Sábado, iniciou a sua campanha eleitoral na cidade costeira de Angoche, disse que, no actual regime de governação, os funcionários do Estado são obrigados a serem membros da Frelimo para manterem os seus posrtos de trabalho. O candidato da Renamo referiu que, caso ganhar as eleições do próximo dia 28 de Outubro, o governo vai acabar com essa prática e as nomeações dos quadros para exercerem cargos de chefia será efectuada com base na confiança técnico profissional.

Outra “boa nova” anunciada por aquele político tem a ver com a reorganização dos sectores de saúde e educação, através da disponibilização de melhores condições de trabalho, formação contínua dos funconários, com vista a permitir mehor prestação de serviços e o restabelecimento de uma educação de qualidade em todos os subsistemas de ensino.

Dirigindo-se a uma densa moldura humana que acorreu ao comício que decorreu num dos mais populosos bairros daquela cidade costeira da província de Nampula, o candidato da Renamo à Ponta Vermelha revelou que o partido esboçou já um programa de desenvolvimentoque económico que incide sobre agricultura mecanizada, que considera um dos alicerces primordiais para o combate ao desemprego, nudez e insegurança alimentar.

Na sua opinião, a nova estratégia para o sector da agricultura contempla, ainda, a criação de condições para construção de grandes armazéns e unidades de processamento de produtos alimentares. Dhlakama defende que Moçambique possui terras férteis e boas condições hídricas para a prática da agricultura, que necessitam apenas de uma melhor politica do seu uso e aproveitamento.

Entretanto, reconhecendo que a agricultura é propensa a vários riscos, Dhlakama disse que, em caso de vitória, o seu governo delineará estrategias, através da banca, visando a redução, por exemplo, de determinadas taxas relativas à aquisição de combustiveis e importação de equipamentos agrícolas.

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