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De 31 de Dezembro a 02 de Janeiro: Hospitais de Maputo observaram mais de 2.150 pacientes

Dois mil cento e cinquenta e nove pacientes foram atendidos nas diferentes unidades sanitárias da capital moçambicana, entre os dias 31 de Dezembro de 2012 e nas pimeiras horas 02 de Janeiro corrente, segundo o balanço Direcção da Saúde da Cidade de Maputo.

A médica chefe daquela instituição, Alice Abreu, disse à Imprensa, esta quarta-feira (02), que desse número, 1.333 deram entrada de 31 de Dezembro a 1 de Janeiro. De 1 a 2 de Janeiro, o movimento foi calmo, tendo sido atendidas 826 pessoas.

De 31 de Dezembro a 01 de Janeiro corrente os hospitais gerais José Macamo e de Mavalene assistiram 900 pacientes.

Os restantes 1.259 foram atendidos no Hospital Geral de Chamanculo e nos centros de saúde da Polana Caniço, de Xipamanine e de Bagamoyo.

No período em alusão foram igualmente observados 305 pacientes vítimas de agressões físicas, dos quais, 203 foram atendidos apenas de 31 de Dezembro a 1 de Janeiro e 102 no dia 02 do mês em curso.

De acordo com a médica, ainda nas referidas 48 horas, os serviços de pequenas cirurgias atenderam 471 doentes, dos quais 82 foram transferidos para o Hospital Central de Maputo (HCM) porque necessitavam de cuidados especiais.

No que se refere à disponibilidade de sangue para fazer face à demanda nesse período, havia 139 unidades daquele líquido em todos os hospitais em referência, com excepção da HCM.

Deste número, 75 unidades estiveram disponíveis durante a passagem do ano e 64 de dia 01 para 02 de Janeiro. Entretanto, são necessárias 100 unidades adicionais deste líquido vital nas unidades sanitárias em apreço.

Num outro desenvolvimento, a médica afirmou que em relação ao ano de 2011, houve uma redução substancial do número de doentes assistidos nesses hospitais.

Apontou como exemplo que no ano passado o número de pacientes vítimas de acidentes de viação foi de 50, contra 43 durante a passagem do ano de 2012.

As vítimas de agressões foram 250 ano passado, contra 203 de 2012. Enquanto isso, 12 pessoas contraíram ferimentos graves causados pelo uso indevido de objectos pirotécnicos, vulgos “paixões”.

Deste número, dois contraíram ferimentos nos olhos, três foram amputados os dedos dada a gravidade das feridas e quatro sofreram queimaduras profundas no rosto e noutras partes do corpo, segundo Alice Abreu.

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