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Congresso Brasileiro dá aval à fábrica de anti-retrovirais em Moçambique

A fábrica de anti-retrovirais em Moçambique já tem aval do Congresso Brasileiro e poderá iniciar a sua produção já em 2011, fornecendo, numa primeira fase, apenas embalagens para acondicionamento daquele tipo de fármacos, segundo apurou o Correio da manhã de fonte da Embaixada do Brasil, em Maputo.

O embaixador daquele país em Moçambique, António de Souza e Silva, explicou apenas que os comprimidos continuarão a vir do Brasil, sem apresentar mais detalhes sobre a data do início, em Moçambique, da produção de anti-retrovirais para o mercado interno.

“Já estamos a seleccionar uma empresa capaz de proceder ao apetrechamento da antiga fábrica de Soros, na Matola, para produção de embalagens de anti-retrovirais aqui em Moçambique”, indicou aquele diplomata, falando à saída de uma audiência concedida pela Presidente da Assembleia da República, Verónica Macamo, na última sexta-feira, em Maputo.

A autorização do Congresso Brasileiro para o Governo de Luiz Inácio Lula da Silva desembolsar cerca de 7,4 milhões de dólares norte-americanos necessários para as obras do empreendimento foi dada em Dezembro de 2009. Para a mesma fábrica vários moçambicanos estão em formação no Brasil, segundo Souza e Silva, indicando que as embalagens irão ostentar o selo Made In Mozambique.

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