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Comandante das LAM encerra 45 anos de carreira com júbilo

Bento Pacho, comandante (1)

O comandante de voo da empresa LAM-Linhas Aéreas de Moçambique, Bento Pacho, encerrou, com júbilo, domingo, dia 20 de Junho de 2021, em Maputo, a sua longa e briosa carreira, enquanto piloto de aviação comercial.

Justamente nesta data em que celebra o seu sexagésimo quinto (65º) aniversário, o comandante fez aterrar, no Aeroporto Internacional de Maputo, pela última vez o Boeing 737-700, que tocou a pista pelas 16:09 horas, ido de Pemba.

Os momentos a seguir foram de ovação a este aviador, cuja carreira iniciou-se na Força Aérea Moçambicana, em 1976. O primeiro acto coube às Forças de Salvação Pública (Bombeiros), afectas aos Aeroportos de Moçambique que deram as boas-vindas à aeronave com jactos de água. Depois, foi a salva de palmas quando o comandante Pacho, como é carinhosamente tratado, abriu a janela da cabine de pilotagem e acenou para o exterior.

Já em terra, após o desembarque da aeronave, teve a saudação de praxe do presidente do Conselho de Administração do IACM – Instituto de Aviação Civil de Moçambique, comandante João de Abreu, que procedeu à recolha das insígnias de Navegante Técnico, terminologia pela qual são designados os pilotos.

Este momento, liderado pela autoridade máxima da aviação civil nacional, simbolizou o encerramento da carreira do comandante Bento Pacho que contabiliza vinte e oito mil, trezentos e quarenta horas (28.340) de voo, das quais vinte e seis mil, quinhentos e dezasseis horas (26.516) foram alcançadas na LAM e as restantes na Força Aérea de Moçambique.

“A saída do comandante Pacho não nos inquieta, pois ele deixa um legado importante na companhia, na qual ensinou vários colegas também a voar ao longo de 43 anos de carreira”, referiu, na ocasião, João Pó Jorge, director geral da LAM.

Num outro desenvolvimento, o director geral enalteceu o facto de, durante a longa jornada na LAM, o comandante ter desenvolvido acções de responsabilidade social, beneficiando comunidades carenciadas do País e da região. Visivelmente emocionado, o comandante Bento Pacho disse que o momento representa uma mistura de alegria e tristeza, uma vez que deixa de fazer o que gosta, devido à idade.

“Ainda tenho forças para voar, mas continuarei a trabalhar noutros campos da aviação. Agradeço à Nação moçambicana, que me deu o privilégio de voar dentro dela, aos meus pais, instrutores nacionais e estrangeiros, à LAM e à minha família, que suportou ficar sozinha enquanto eu viajava”, frisou.

Importa referir que, como piloto, Bento Pacho fez parte de tripulações das aeronaves Boeing 737-200, Boeing 737-300, Fokker 100, Embraer 190, Boeing 737-500 e Boeing 737-700, nas quais chegou à categoria de Comandante, para além do McDonnell Douglas DC10, no qual foi Co-Piloto e Engenheiro de Voo.

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