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“Chapeiros” exigem aumento da tarifa na Zambézia

Os transportadores semicolectivos de passageiros da província da Zambézia, vulgo “chapa 100”, paralisaram as actividades, na manhã desta segunda-feira (02), para manifestar o seu repúdio contra as multas aplicadas pela Polícia Municipal, que variam de cinco mil a 10 mil meticais, em virtude de eles não possuírem habilitações de serviços públicos.

Os “chapeiros” aproveitaram a ocasião para reivindicar o aumento da tarifa na ordem de 1.5 metical por quilómetro, contra 0.79 centavos propostos pelo executivo local. Osório Daúdo, presidente da Associação dos Transportadores na província da Zambézia, disse que a exigência de aumento da tarifa vai continuar até que haja consenso entre as partes.

Por seu turno, o director provincial dos Transportes e Comunicações na Zambézia, Alberto Manharange, considera que a exigência dos “chapeiros” é injusta e determinou um prazo de 30 dias para eles regularizarem a documentação exigida para o exercício da actividade de transporte de passageiros. Os transportadores defendem que o reajuste da tarifa visa cobrir os custos de combustíveis, acessórios dos seus veículos.

Ainda na segunda-feira, os transportadores semicolectivos de passageiros da capital moçambicana, da rota que liga Xipamanine à Michafutene, Cumbeza e Marracuene também paralisaram as suas actividades em protesto contra a alegada má actuação da Polícia Camarária, que consiste na apreensão de viaturas sem justa causa, aplicação sistemática de multas e cobranças ilícitas.

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