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BM endurece medidas de controlo do risco de crédito

Todas as instituições de crédito activas em Moçambique deverão reforçar, a partir de um de Janeiro de 2013, o seu capital mínimo para cobertura dos riscos de crédito, operacional e de mercado, anunciou Ernesto Gove, governador do Banco de Moçambique (BM).

A medida tem em vista criar condições para o país aderir ao processo em curso a nível mundial que passa pelo reforço de capitais mínimos, o que exige que todas as instituições activas no país adoptem metodologias adequadas para o cálculo dos requisitos de capitais para a cobertura daqueles riscos.

Para isso, Gove instou as a implantarem o modelo- padrão simplificado para o cálculo dos activos prudentes, visando tornar “sólido” o sector financeiro moçambicano. Gove falava esta segunda- feira, em Maputo, à margem de um encontro balanço do desempenho do sistema financeiro moçambicano registado ao longo de 2012.

Segundo ainda o governador do Banco de Moçambique, o trabalho surge em preparação das instituições para a transição para os termos de Basileia II (Novo Acordo Internacional de Adequação de Capitais), a partir de um de Janeiro de 2014, que preconizam a introdução de técnicas mais sofisticadas de avaliação de riscos nas vertentes de risco de crédito, operacional e de mercado.

Gove explicou que a nível de todos os países têm surgido iniciativas centradas na adapção de regras de adequação de fundos próprios às novas realidades dos serviços financeiros, mais exactamente, as preconizadas pelo Acordo de Basileia que visa assegurar a convergência internacional de mensuração de capitais e padrões de capital, face aos riscos inerentes à actividade financeira.

SIMO

Entretanto, em 50% das instituições bancárias moçambicanas já se encontra instalada a plataforma informática da Sociedade Interbancária de Serviços (SIMO) e pronta para a ligação das mesmas à sede destes serviços. A ligação às ATMs e POSs é vista pelo governador do banco central como “marcha irreversível” rumo a uma rede plenamente integrada e efi ciente para os utilizadores dos serviços de intermediação financeira.

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