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Atraso na construção de minas compromete benefícios sociais na Zambézia

A província da Zambézia, particularmente as regiões de Quelimane, Moebase e Nabúri, pode ser privada dos benefícios sociais e económicos decorrentes do atraso na construção das minas de Moebase e de Naburi, pela Pathfinder Minerals Plc.

A empresa de exploração mineira Pathfinder Minerals Plc explica que em Julho de 2011 iniciou um estudo de viabilidade detalhado do projecto para a implantação daquelas minas, mas foi interrompido no fim do mesmo ano. O mesmo seria concluído este mês de Setembro e tornaria bancável a construção das referidas minas.

A interrupção resultou da transferência das licenças de exploração detidas pela filial da Pathfinder Minerals Plc em Moçambique para as empresas privadas do General Veloso e de Diogo Cavaco.

Segundo a Pathfinder Minerals Plc, num comunicado enviado ao jornal @verdade, a concretização daquele empreendimento daria emprego a pelo menos 750 moçambicanos no local da obra.

Estimava-se que a fase de construção das minas duraria cerca de 32 meses, seguindo-se a fase de produção, anteriormente prevista para 2015, altura em que seriam gerados mais empregos, a título permanente, para mais de 350 moçambicanos. Entre outros ganhos, as minas em alusão iriam criar condições de promoção de campanhas de sensibilização e prevenção do HIV/SIDA.

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