Para continuarmos  a fazer jornalismo independente dos políticos e da vontade dos anunciantes o @Verdade passou a ter um preço.

https://www.petromoc.co.mz/Lubrificantes.htmlhttps://www.petromoc.co.mz/Lubrificantes.htmlhttps://www.petromoc.co.mz/Lubrificantes.html
Publicidade

Apesar do terrorismo e covid-19 ambiente de negócios melhora em Moçambique

Participantes do workshop (3) 1

A introdução de plataformas de harmonização das actividades do Grupo Interministerial de Remoção das Barreiras ao Investimento (GIRBI) foi, sexta-feira, 8 de Outubro, objecto de debate num workshop, promovido pelo Ministério da Indústria e Comércio, em coordenação com a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA).

O evento, que incidiu também sobre a actualização dos pelouros da CTA, decorreu num formato híbrido. Na ocasião, a vice-ministra da Indústria e Comércio, Ludovina Bernardo, referiu que apesar dos desafios decorrentes de acções terroristas em Cabo Delgado e da pandemia da Covid-19, o País registou progressos assinaláveis na implementação do Plano de Acção para a Melhoria do Ambiente de Negócios (PAMAN), no período 2019-2021, na ordem de 43,2 por cento.

“É nossa convicção que, com o aprofundamento do Diálogo Público-Privado (DPP) e a implementação do PAMAN, continuaremos a assegurar maior participação do empresariado nacional na nossa economia e a melhorar, cada vez mais, o ambiente de negócios em Moçambique. Saudamos o processo de actualização dos pelouros da CTA, órgãos de orientação sectorial e transversal que coordenam e promovem o DPP”, indicou a governante.

Por sua vez, o vice-presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique, Vasco Manhiça, instou o Governo a imprimir uma maior celeridade no ritmo de aprovação de reformas, de uma média de duas por ano, para pelo menos acima de três por ano, como sucede a nível dos países da região da África subsaariana.

“Esperamos que este fórum seja uma plataforma para reflectirmos sobre a implementação do PAMAN, uma vez que a sua vigência termina este ano. Esperamos, também, que este instrumento seja prorrogado, acautelando os factores mencionados”, explicou Vasco Manhiça.

Importa referir que o vice-presidente do CTA, Vasco Manhiça, propôs, na ocasião, a introdução de um indicador de monitoria de reformas em parceria com o MIC, com vista à sistematização do processo de monitoria de implementação de reformas, elemento que vai orientar o DPP e resultados concretos que se traduzem na facilitação da actividade empresarial.

Share on whatsapp
WhatsApp
Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on telegram
Telegram

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

error: Content is protected !!