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Alunos rejeitam cantar “pátria amada”

A manhã desta sexta-feira foi infernal para a direcção da escola Secundária e Pré-Universitária 25 de Setembro de Quelimane, capital provincial da Zambézia.

É que nas sextas-feiras como tem sido hábito, os alunos daquela escola tem tido concentração antes do inicio das aulas conforme reza o regulamento em uso naquele estabelecimento de ensino.

Mas já esta sexta-feira, foi tudo ao contrário. A maioria dos alunos atrasou e ficou fora do recinto escolar. O tempo foi passando e conforme reportou o nosso colaborador naquela escola, os alunos que estavam dentro do recinto escolar, ou seja, os que chegaram cedo para participarem na concentração, não quiseram entoar o hino nacional, a nossa pátria amada.

Fora do recinto, os alunos claramente mostraram que não estão afim de cantar o hino nacional, situação que deixou a direcção da escola em estado de choque.

Houve sensibilização, mas não foi acatada pelos estudantes daquela escola. E para se fazer valer, a direcção da escola também mantinha-se firme alegando que só se entraria nas salas depois da entoação do hino nacional.

“Choveram” chamadas de alto nível, estamos a falar do director provincial de Educação, José Luís Pereira, mesmo de visita a Mopeia, teve que desbloquear a situação e dai “dicas” à direcção da escola 25 de Setembro para explicar aos estudantes qual é o valor do hino nacional.

Refira-se que esta é a primeira vez que um caso deste acontece na província da Zambézia e pior ainda numa escola como a 25 de Setembro, considerada como se fosse cartão-de-visita da província.

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