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Agravamento de taxas de matrícula e propinas pela UEM aumenta inflação

O agravamento de propinas e taxas de matrícula semestrais e anuais, respectivamente, registado, no início do corrente ano na Universidade Eduardo Mondlane, concorre para a inflação aumentar em 3,37%, no primeiro trimestre do período em análise, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Aquele nível de ensino, bem como produtos alimentares como coco, carvão vegetal, tomate, couve, feijão manteiga e amendoim tiveram maior impacto no total da inflação acumulada, no período em análise, ao contribuírem com 2,15%, de acordo ainda com o INE, realçando que face a igual período do ano anterior os preços dos meses de Janeiro a Março últimos registaram um aumento na ordem dos 14,73%, sendo de destacar as divisões da alimentação e bebidas não alcoólicas e da Educação que registaram variações homólogas de preços na ordem dos 19,14% e 32,31%, respectivamente.

De salientar, entretanto, que, em Dezembro de 2010, a UEM anunciou o aumento do custo das propinas e das taxas de matrícula para estudantes da cidade do Maputo para o ano lectivo de 2011, passando a propina de matrícula pagável no acto da matrícula para 600 meticais, enquanto a propina de inscrição pagável por disciplina semestral passou a 420 meticais.

A propina de inscrição pagável por disciplina anual passou a custar 840 meticais, tendo aquela instituição justificado as medidas com a necessidade do aumento da comparticipação dos estudantes no financiamento da sua formação.

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