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Abatidos 900 rinocerontes em Moçambique e África do Sul

Cerca de 900 rinocerontes foram abatidos por caçadores furtivos no Parque Nacional do Limpopo, em Gaza, e no Kruger Park, da vizinha África do Sul, encontrando-se detidos em conexão com o crime, pelo menos, 60 caçadores furtivos.

Dezanove já estão em julgamento nos tribunais judiciais distritais de Massingir, Chicualacuala e Massangena, em Gaza, podendo ser condenados a pesadas penas de prisão os caçadores encontrados com armas de fogo, enquanto os surpreendidos a caçar com instrumentos rudimentares serão obrigados a pagar multas em dinheiro, segundo Valdemar Casimiro, gestor da área das Relações Públicas e Midia do Parque Nacional do Limpopo, falando esta quarta-feira, segundo o Correio da manhã.

Elefantes

Entretanto, entre meados de 2012 e 2013 foram mortos 89 elefantes, um dos quais abatido em Agosto último, no distrito de Ancuabe, na província de Cabo Delgado, segundo Jabobs Von Landsberg, proprietário do acampamento turístico Taratibo que se localiza dentro do Parque Nacional das Quirimbas.

Jacobs lamentou o abate criminoso destes paquidermes por afectar directamente a actividade e rendimentos do seu acampamento, que quando abundavam elefantes recebia cerca de seis turistas por mês. Neste momento o acampamento está há seis meses sem receber um único turista.

Entre 2007 e 2008, antes da “invasão” da área pelos furtivos em grande escala, havia cerca de 150 elefantes que eram responsáveis por atrair muitos turistas para o acampamento, o que já não acontece nestes últimos anos, segundo ainda Jabobs, cuja concessão conta actualmente com apenas 25 exemplares daqueles animais.

De acordo ainda com as suas palavras, os caçadores furtivos sofisticaram as suas redes de informadores, muito dinheiro foi colocado à sua disposição para este negócio criminoso de forma que os incentivos compensam os riscos, pois armas e munições estão facilmente disponíveis para eles. Disse, a terminar, que por vezes os furtivos estão melhor armados que os fiscais do Parque Nacional das Quirimbas, em Cabo Delgado.

Fiscalização no PNL

Entretanto, mais 40 fiscais de florestas e fauna bravia concluíram esta segunda-feira a sua formação específica no Parque Nacional do Limpopo para travar a onda de caça furtiva que enferma a região do Grande Limpopo que compreende o parque moçambicano do Limpopo e os parques nacionais de Gonarezhou, no Zimbabué, e de Kruger Park, da África do Sul.

Esta formação foi feita mercê de um financiamento dos doadores externos no valor global de 14 milhões de meticais para despesas inerentes à formação e aquisição de equipamento de trabalho.

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