Para continuarmos  a fazer jornalismo independente dos políticos e da vontade dos anunciantes o @Verdade passou a ter um preço.

ADVERTISEMENT

Standard Bank promove debate sobre igualdade de género

Screenshot

No âmbito das celebrações do Mês da Mulher, o Standard Bank promoveu, recentemente, uma masterclass subordinada ao tema “Direitos, Justiça e Acção”, com o objectivo de fomentar a reflexão em torno da igualdade de género e reforçar o papel activo de cada cidadão na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.

A iniciativa, conforme explicou a presidente do Conselho de Administração do Standard Bank, Esselina Macome, enquadra-se no compromisso contínuo da instituição com a promoção da igualdade de género no País: “É fundamental que cada um de nós adopte uma postura activa e responsável para garantir o respeito pelos direitos e a justiça social em todas as esferas da nossa vida pessoal, profissional e comunitária”.

“As Nações Unidas, ao escolherem este lema, apelam a uma acção mais efectiva para a promoção da igualdade de género, da justiça social e o empoderamento social e económico. O verdadeiro desafio reside em como é que nós agimos para que todos tenham acesso a direitos, oportunidades e justiça”, frisou.

O encontro decorreu num contexto em que Moçambique registou, somente em 2025, 18.365 casos de violência baseada no género, dos quais 14.653 vítimas eram mulheres, correspondendo a 79,9% do total.

Na ocasião, a activista e cientista, Alice Banze, abordou os principais desafios associados à igualdade de género no País, com enfoque para a necessidade de transformar o quadro legal existente em mudanças concretas na vida das comunidades.

Na sua intervenção, a oradora sublinhou que “não é possível haver desenvolvimento nem progresso sustentável, sem respeito pelos direitos, aplicação constante da justiça e a implementação de acções concretas que traduzam esses princípios na prática”.

A oradora abordou, igualmente, questões relacionadas com as uniões prematuras, a influência das normas sociais e culturais e o papel das comunidades, defendendo a necessidade de maior disseminação das leis e de capacitação dos líderes comunitários.

“A mudança tem de começar no indivíduo, na família e depois na comunidade. Só quem conhece o que lhe protege pode recorrer a essa protecção. É fundamental garantir a disseminação das leis, capacitar as comunidades e assegurar que as raparigas e mulheres tenham acesso à informação que lhes permita defender os seus direitos”, acrescentou Alice Banze, destacando a importância de acções contínuas ao nível local.

Durante o encontro, foi realçado o papel da família, das instituições e das comunidades na promoção da igualdade de género, bem como a necessidade de reforço da literacia financeira e jurídica como instrumentos de empoderamento.

Através desta iniciativa, o Standard Bank reafirma o seu compromisso com a promoção da igualdade de género e com a criação de um ambiente justo e favorável ao crescimento das mulheres, reconhecendo que o desenvolvimento sustentável depende da inclusão activa de todos os segmentos da sociedade.

O Banco consolida, ainda, a sua posição como um parceiro activo na promoção do empoderamento feminino, contribuindo para o fortalecimento das comunidades e para a construção de uma economia mais inclusiva e resiliente.

WhatsApp
Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *